SAÚDE
Diagnóstico Nuclear: Reconhecimento
mundial
para Curitiba
Cidade é referência em especialidade utilizada
para o diagnóstico de problemas do coração,
rins, cérebro e ossos
FOTO: RAFAEL
DABUL
No
ano de 2004, o médico curitibano João Vicente
Vitola lançou nos Estados Unidos o livro Nuclear
Cardiology & Correlative Imaging. Em pouco tempo,
a obra tornou-se referência internacional para médicos
que buscam aprofundamento na especialidade. Em Curitiba,
Vitola investe pesado em Ciência. Em sua clínica,
a Medicina Nuclear Alto da XV, coordena uma equipe de
21 profissionais – médicos, biólogos
e técnicos – reconhecida tanto pela qualidade
de seus serviços quanto pela produção
de conhecimentos. “Somos considerados um centro
de destaque no mundo. Também somos convidados a
apresentar nossos trabalhos e fazer conferências
em vários países”, explica.
Nos últimos anos, os profissionais da Medicina
Nuclear Alto da XV apresentaram palestras e seminários
em eventos no Brasil e também no Japão,
Canadá, Estados Unidos, Portugal, Itália,
Bélgica, Argentina, Chile e Uruguai. Em 2006 e
2007, já estão agendadas apresentações
nos Estados Unidos, Espanha, Argentina, Canadá
e República Tcheca.
Quanta
A finalidade principal neste grande investimento em ciência
e tecnologia é a qualidade no atendimento. Hoje,
a clínica de João Vitola recebe pacientes
encaminhados por médicos de várias regiões
do Brasil. A Medicina Nuclear Alto da XV está fazendo
a incorporação de outra empresa, a Quanta,
e simultaneamente a importação de novos
equipamentos de alta tecnologia da Dinamarca. Nessa nova
fase a empresa passará a se chamar Quanta Diagnóstico
Nuclear.
O que é medicina nuclear?
A medicina nuclear é utilizada para o diagnóstico
de problemas do coração, rins, cérebro,
ossos e, também, do metabolismo do câncer
a partir da avaliação dos órgãos
e de seu funcionamento. Ela utiliza substâncias
químicas que são levadas aos órgãos.
Essas substâncias carregam moléculas nucleares
que emitem raios-gama, que, por sua vez, são detectados
por equipamentos especiais. “As moléculas
são acompanhadas do momento em que entram no organismo
até sua excreção. Esse acompanhamento
permite avaliar o funcionamento dos órgãos”,
explica Vitola.
Serviço:
João Vicente Vitola, doutor em
Cardiologia pela USP, especialista em Medicina Nuclear,
com residência na Vanderbilt University (EUA), membro
da diretoria da American Society of Nuclear Cardiology
e presidente do grupo de Cardiologia Nuclear da Sociedade
Brasileira de Cardiologia – Medicina Nuclear Alto
da XV – Av. Marechal Deodoro, 3020; Tel.: (41) 3362-9778;
e-mail: joaovitola@quantamn.com.br

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